
Tudo o que actualmente se diz acerca do nosso Primeiro Ministro José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa são perfeitas calúnias, atentando contra a integridade moral e psíquica deste “Grande Português” nascido em Vilar de Maçada.
E tenho provas disso…
Começando pelos boatos de que ele se havia (de)formado na Universidade Independente. É MENTIRA.
Eu, estudante da Escola Superior de Tecnologia de Castelo Branco praxei este indivíduo no Ano Lectivo de 2006-2007.
Passo a dissertar:
José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa, um rapazola tímido, que apareceu nas matrículas acompanhado pelo pai, pessoa protectora do seu rebento. Envergando uns calções de ganga vermelha e uma T-Shirt branca com uma Nossa Senhora de Fátima dizendo “Em Fátima e lembrei-me de ti…”, José Sócrates dirigiu-se à Secretaria e perguntou em que ano se poderia matricular, ao que a funcionária de pronto (o que é estranho) lhe respondeu -”Sr. José, deixe-se de brincadeiras e aí onde diz “Ano”, coloque 1º”.
Triste, José Sócrates, e logo após se ter matriculado, foi ao carro do pai (Um Renault 5 de 1987 Azul Bebé) e de lá trouxe um saco azul que de pronto entregou ao Presidente do Conselho Executivo. Nele continha uma Chouriça de Sangue, uma garrafa de vinho branco “Três Marias” e uma pata de chibo.
Desde cedo todos percebemos que o caloiro de Vilar de Maçada era especial. Nas aulas ele marcava pela diferença, era o unico que, quando lhe era dirigida uma pergunta, respondia: -”Remeto essa questão para uma conferência de imprensa a ser transmitida pela RTP1″. Era a sua decisão, nós tinhamos de a aceitar…
Nos jantares, o Zé era rei. Nós costumavamos dizer. -”Ó Zé, podes ir para o jantar em tronco-nú, porque no final a camisola amarela é tua”. Houve mesmo um vez, que na ânsia de “botar-a-baixo”o precioso líquido amarelo, despejou 3 garrafas de Super Pop em 10 segundos. Depois claro, vomitou que foi uma limpeza.
Chegou então o dia em que José Sócrates, já eleito “Caloiro do Ano”, depois de um jantar bem regado, foi connosco para a discoteca. Antes de entrar, colocou um tampão em cada ouvido por causa do barulho, ligou ao pai dizendo que se ia deitar e lá entrou ele… digirindo-se para o balcão, José avista o seu primeiro potencial engate. Logo dele parte um convite para irem tomar um copo. O ambiente proporcionava, o alcool também ajudava, até que tudo se complicou, Diogo disse a José que preferia raparigas… E nosso caloirinho, desolado, toca de abafar… as suas mágoas em bebida e nunca mais colocou os calcantes na Escola com medo de ser motivo de chacota e zombaria.
Meu Deus… aquele José Sócrates é mesmo “levado da breca”…
Ao terminar esta dissertação, não posso deixar de mandar um grande Aperto-de-Mão ao José, rapaz que sempre demonstrou ser amigo do próximo e que terminou o Bacharelato no passado Domingo, dia 15 de Abril de 2007, tal como comprova “um papelinho” que ele imprimiu na nossa frente….
Por agora é tudo…
Se mais questões caluniosas houverem, cá estarei eu para defender o humilde nativo de Vilar de Maçada.
GV